Imóvel na planta ou pronto? A matemática do ganho de capital em Itapema
- Mariana Berté

- 21 de jun.
- 2 min de leitura

A dúvida mais comum de quem chega ao mercado catarinense com dinheiro em caixa é: devo buscar um rendimento imediato com aluguéis ou focar na valorização a médio prazo?
Para responder a isso, precisamos entender como funciona a alavancagem através do ganho de capital em Itapema, um dos mercados mais singulares e pujantes do Brasil.
O "segredo" dos investidores institucionais na região não está na locação, mas sim na compra inteligente ainda na fundação (ou antes dela).
O modelo do Spread Construtivo
Quando você compra um imóvel na planta em Itapema (ou nas vizinhas Balneário Camboriú e Porto Belo), você está, na prática, financiando o custo da obra em parceria com a construtora. O risco inicial de construção é remunerado pelo chamado spread (diferença entre o preço de lançamento e o preço da chave na porta). Em regiões de altíssima demanda e escassez de terrenos como Itapema, esse spread histórico costuma girar entre 30% a 70% acima da inflação durante o ciclo da obra.
Matemática da alavancagem
A maior vantagem financeira da planta é que você adquire o potencial de valorização do ativo total, mas imobiliza apenas um percentual do seu capital (geralmente uma entrada de 10% a 20% e reforços semestrais). Se um imóvel valoriza 50% em 4 anos, mas você pagou apenas metade dele até a entrega, a rentabilidade sobre o seu capital investido de fato muitas vezes supera os 100%.
Quando o imóvel pronto vale a pena?
O imóvel pronto faz sentido quando o objetivo do investidor é a geração de caixa imediata (Yield), seja via locação anual ou locações premium de curtíssima duração (Airbnb), além da segurança de um ativo já finalizado.
Decidir qual a melhor estratégia exige uma análise profunda do seu perfil de risco e fluxo de caixa. Solicite um estudo de viabilidade para o seu perfil no Eduardo Imóveis SC.



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