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Fundos Imobiliários ou Imóvel Físico? A melhor estratégia de alocação de capital em SC

  • Foto do escritor: Mariana Berté
    Mariana Berté
  • 22 de jun.
  • 3 min de leitura

Uma discussão que permeia constantemente as mesas de family offices e rodas de investidores de alto padrão é o dilema da alocação de liquidez: vale mais a pena investir na facilidade das cotas de Fundos Imobiliários (FIIs) negociados na bolsa de valores, ou na robustez histórica da compra de um imóvel físico em SC? Embora, na teoria, ambos os ativos pertençam à mesma classe setorial, a mecânica de rentabilidade, a proteção patrimonial e o controle do investidor sobre o ativo atendem a propósitos econômicos completamente diferentes.


Para o investidor que busca a verdadeira blindagem de capital aliada a uma alavancagem segura, o tijolo no litoral catarinense tem se mostrado não apenas um porto seguro, mas um multiplicador de fortunas.



Vista dos arranha-céus de Balneário Camboriú
(Foto: Prefeitura de Balneário Camboriú, Divulgação)


A ilusão da liquidez imediata e a marcação a mercado dos FIIs


O principal argumento a favor dos FIIs é a liquidez (a facilidade de vender a cota pelo celular). No entanto, essa liquidez tem um preço altíssimo chamado "volatilidade" e "marcação a mercado". Se a Taxa Selic sobe ou se o cenário político se torna instável, os fundos de tijolo na bolsa podem derreter 15% ou 20% em questão de semanas. Você tem liquidez, mas acaba sendo forçado a realizar prejuízos caso precise do dinheiro em um momento de baixa do mercado. O investidor de FIIs é, na essência, um passageiro passivo sujeito ao humor do mercado financeiro e à eficiência do gestor do fundo.


O tijolo catarinense como ativo antifrágil


Por outro lado, o imóvel de alto padrão, especialmente em cidades com altíssima demanda e limitação geográfica severa (como Balneário Camboriú, Itapema e a Praia Brava), comporta-se como um ativo antifrágil. Ele não oscila no painel da bolsa. A escassez de terrenos frente-mar e o constante desenvolvimento urbano dessas regiões garantem que a curva de valorização seja praticamente unidirecional. Historicamente, os imóveis nesta faixa de litoral não apenas protegem o capital da inflação (INCC/IGPM), mas entregam um prêmio de risco superior a qualquer fundo imobiliário conservador.


A matemática do Spread Construtivo (A grande vantagem)


O que torna o imóvel físico imbatível na construção de patrimônio é a alavancagem sem juros bancários. Na bolsa de valores, se você quer investir R1milha~oemcotasdeFIIs,precisaterR1milha~oemcotasdeFIIs,precisaterR 1 milhão na conta da corretora. No mercado imobiliário catarinense, você pode adquirir um ativo de R$ 1 milhão na planta pagando apenas 10% a 20% de entrada. Durante os 4 ou 5 anos de construção, o imóvel inteiro valoriza (muitas vezes entre 50% e 70%), mas você desembolsou apenas uma fração desse valor durante a obra. Esse "spread construtivo" gera uma rentabilidade sobre o capital efetivamente investido que nenhum fundo na B3 consegue entregar.


Controle Absoluto e Yield Híbrido


Por fim, ter o imóvel escriturado em seu nome transfere o controle total para suas mãos. Você decide quando vender para capturar a alta do mercado e decide a estratégia de locação (anual ou temporada) para gerar Yield (renda mensal). Além disso, existe o ganho invisível do lifestyle: diferentemente de uma cota na tela do computador, o imóvel no litoral de SC é um ativo que pode ser usufruído com a família e amigos, unindo retorno financeiro e altíssima qualidade de vida.






Para estruturar um portfólio físico robusto, focado em alta valorização no litoral mais desejado do país, confira os imóveis no site: Eduardo Imóveis SC.




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